Indicadores da qualidade na educação: gênero, raça e sexualidade na escola
Ação Educativa disponibiliza novo Indique sobre gênero, raça e sexualidade na escola. Iniciativa contou com parceria da FEUSP e com apoio do Fundo Malala.
A coleção Indicadores da Qualidade na Educação (Indique) ganhou mais um volume. Desenvolvido em parceria com a Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP) e com o apoio do Fundo Malala, a Ação Educativa anuncia a publicação dos “Indicadores da qualidade na educação: gênero, raça e sexualidade na escola”.
O material tem como objetivo fomentar um processo de autoavaliação participativa de escolas, a partir de dez indicadores organizados em perguntas orientadoras. Além de contribuir para o diagnóstico, o uso da metodologia é voltado à construção de um plano de ação escolar e ao levantamento de recomendações para o campo das políticas educacionais municipal, estadual e nacional. A publicação também oferece subsídios conceituais, marcos legais e orientações práticas para a aplicação da metodologia, além de sugestões de referências para aprofundamento.
Este volume dedicado às questões de gênero, raça e sexualidade se inspira em diferentes perspectivas e iniciativas que impulsionam a defesa da educação para a igualdade de gênero, raça e sexualidade. Ele se nutre de experiências escolares, de movimentos sociais e de organizações não governamentais, dentre elas, as participantes do Edital Igualdade de Gênero na Educação Básica, promovido desde 2019 pela Ação Educativa.
Metodologia participativa para o combate às violências e à censura nas escolas
Em um contexto marcado por desinformação, censura e ataques à abordagem de gênero, o material busca contribuir para o debate e reflexão crítica das comunidades escolares. A proposta é apoiar escolas na construção de práticas pedagógicas que previnam a violência contra meninas, mulheres, população negra e LGBTQIA+, que realizem a educação integral em sexualidade e que promovam masculinidades democráticas, entre outros aspectos.
A iniciativa reafirma a importância do enfrentamento do silenciamento e da autocensura, fortalecendo processos coletivos que enfrentem o racismo, o machismo, a LGBTfobia e outras formas de discriminação, e promovam relações baseadas na perspectiva do respeito, da solidariedade e da defesa da democracia.
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